Hoje,
dia
1º
de
dezembro,
é
comemorado
o
Dia
Mundial
de
Combate
à
Aids,
o
mal
do século
que
avança
em
proporções
assustadoras
em
todo
planeta,
principalmente
na
África. Enquanto
a
comunidade
científica
busca
incansavelmente
a
cura
da
doença,
voluntariado
de
diversos
segmentos
da
sociedade
se
unem
tratar seus
doentes.
No
Brasil,
de
acordo
com
o
Programa
Nacional
de
Doenças
Sexualmente
Transmissíveis
e
Aids
(DST-AIDS),
as
mulheres,
a
população
negra
e as
pessoas
com
menor
nível
de
escolaridade
aparecem
como
principais
no
perfil
do
grupo
de
risco.
É a
primeira
vez
que
o
boletim
epidemiológico
traz
informações
sobre
raça
e
cor.
Ainda
segundo
o
boletim,
mais
de
40
mil
pacientes
estavam
fora
das
estatísticas
sobre
aids
no
País.
Entre
a
população
masculina,
os números
permanecem
estáveis.
Pedro
Chequer,coordenador
do
Programa
de
DST-AIDS,
analisa
os números
como
suficientes
para
demonstrar
uma
tendência
de
aumento
de
casos
entre
a
população
negra.
"Não
há
nenhuma
relação
entre
a raça
e a
doença.
Mas
hoje,
por
condições
sociais,
parte
da
população
negra
ainda
tem
maiores
dificuldades
de
acesso
a
escolaridade,
o
que
a
torna
mais
vulnerável",
afirma
Chequer.
A
proporção
entre
homens
e
mulheres,
que
era
de
16
casos
em
homens
para
cada
mulher,
no
começo
dos
anos
80,
atualmente
é
de
dois
para
um.
Esses
números
demonstram
a
importância
da
mobilização
do
Dia
Mundial
de
Luta
contra
a
Aids,
que
tem
como
tema
este
ano
"Mulheres,
meninas,
HIV
e
Aids".
Desafios
da
Aids
neste
século
Órfãos
e
Aids;
Mulheres
e
Aids;
Poder
Público
e
Ativismo
serão
os
temas
debatidos
na
mesa
redonda,
que
será
realizado
pela
Agência
de
Notícias
da
Aids,
o
programa
Saúde
Brasil
e o
portal
IG. Participarão
da
mesa
o
padre
Júlio
Lancelotti,
criador
da
Casa
Viva;
a
coordenadora
do
Programa
de
Combate
à
Aids
do
Município
de São
Paulo,
Maria
Cristina
Abbate;
a
pesquisadora
do
Institutto
de
Saúde
da
Secretaria
de
Saúde
e
Membro
da
Rede
Nacional
Feminista
de
Saúde
e
Direitos
Reprodutivos
Wilza
Vilela
e o
presidente
do Fórum
de
ONG/AIDS
do
Estado
de São
Paulo,
Rubens
de
Oliveira
Duda.
O
debate
terá
a
mediação
da
jornalista
Roseli
Tardelli,
editora-executiva
da
Agência
de
Notícias
da
Aids.
O
evento
acontece
entre
às
17h30
e
19h30na
galeria
do
Conjunto
Nacional,
Av.
Paulista
2073,
em São
Paulo.
Fonte:
Elnet.