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Data
celebra a Ressurreição de Cristo e é a mais
importante para os cristãos.
No domingo (8), os cristãos celebram a Páscoa,
dia da Ressurreição de Cristo. A data,
considerada a mais importante do ano para os
cristãos, representa a vitória da vida sobre a
morte.
Para explicar a importância que essa festa tem
para os cristãos, o filósofo e educador Mário
Sérgio Cortella costuma fazer uma brincadeira:
“Eu digo que nascer, todo mundo nasce. Mas
ressuscitar é algo que só Jesus fez”.
Na segunda-feira (2), os judeus começaram a
celebrar o Pessach, também conhecido como a
Páscoa Judaica, uma festa que dura oito dias.
Segundo Cortella, é impossível desvincular uma
data da outra. “Os cristãos pegaram a festa do
Judaísmo, que já celebrava a Páscoa desde a
época em que os judeus foram libertados da
escravidão no Egito. Isso porque Jesus
ressuscitou, anos depois, na mesma época”,
explica o professor.
A festa cristã é móvel e acontece sempre entre
os dias 22 de março e 25 de abril. A Páscoa
acontece sempre no primeiro domingo depois da
primeira lua cheia da primavera, no Hemisfério
Norte; e de outono, no Hemisfério Sul.
Detalhes
A palavra Páscoa advém, exatamente do nome em
hebraico da festa judaica à qual a Páscoa cristã
está intimamente ligada, não só pelo sentido
simbólico de “passagem”, comum às celebrações
pagãs (passagem do inverno para a primavera) e
judaicas (da escravatura no Egito para a
liberdade na Terra prometida), mas também pela
posição da Páscoa no calendário, segundo os
cálculos que se indicam a seguir.
A última ceia partilhada por Jesus e pelos
discípulos é considerada, geralmente, um “seder
do pesach” – a refeição ritual que acompanha a
festividade judaica, se nos atermos à cronologia
proposta pelos Evangelhos sinópticos. O
Evangelho de João propõe uma cronologia
distinta, ao situar a morte de Cristo por altura
da hecatombe dos cordeiros do Pesach. Assim, a
última ceia teria ocorrido um pouco antes desta
festividade.
Os termos "Easter" (Ishtar) e "Ostern" (em
inglês e alemão, respectivamente) parecem não
ter qualquer relação etimológica com o Pesach(páscoa).
As hipóteses mais aceitas relacionam os termos
com Eostremonat, nome de um antigo mês
germânico, ou de Eostre, uma deusa germânica
relacionada com a primavera que era homenageada
todos os anos, no mês de Eostremonat, de acordo
com o historiador inglês do século VII, Beda.
No Judaísmo
Segundo a Bíblia, Deus lançou pragas contra o
Egito. Na última delas, disse que todos os
primogênitos egípcios seriam exterminados (com a
passagem do anjo da morte por sobre suas casas),
mas os de Israel seriam poupados. Para isso, os
de Israel deveriam imolar um cordeiro, e passar
o sangue nas portas das casas e Deus passaria
por elas. O rei do Egito perdeu seu filho
(primogênito) e deixou que os Israeis fossem
livres e poderiam ir embora. A partir de quando
eles saíram do Egito ficou essa marca registrada
como a 1ª Páscoa. Outra vez foi quando Jesus se
sacrificou na cruz e ressussitou. Os cristãos
comemoram o dia comendo pão sem fermento e
tomando vinho, pois foi isso que Jesus comeu na
``Última Ceia´´.
Diz ainda a Bíblia: "Conservareis a memória
daquele dia, celebrando-o como uma festa em
honra do Senhor: Fareis isto de geração em
geração, pois é uma instituição perpétua" (Livro
do Êxodo 12, 14).
"Purifica-vos do fermento velho, para que sejais
massa nova, assim como sois sem fermento. Porque
Cristo, nossa páscoa, já foi sacrificado." (1 Co
5:7)
Fontes: G1 / Wikipedia.
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