Durante
23
anos,
quatro
indivíduos,
três
judeus
e
um
árabe,
“criaram” descobertas
aqrqueológicas
sagradas
que
mudaram
a
história
do
judaísmo
e
do
cristianismo,
enganado
até
os
que
entendem
do
assunto.
A
lista
do
que
colocaram
no
mercado
é
extensa
e
não
foi
inteiramente
divulgada.
Mas
inclui
um
ossuário
que
teria
contido
os
ossos
do
irmão
de
Jesus
e
uma
romã
de
prata,
qualificada
de
único
relicário
encontrado
do
Templo
de
Salomão
(cerca
de
670
anos
antes
de
Cristo).
Shuka
Dorfman,
diretor
da
Autoridade
Israelense
para
Antiguidades
(Israel
Antiquities
Authority),
está
convencido
de
que
os
quatro
são
a
ponta
de
um
caso
que
abrange
o
mundo
e
incontáveis
milhões
de
dólares.
Um
dos
detidos
é
um
conhecido
colecionador,
Oded
Golan,
que
tudo
nega
e
insiste
que
a
Autoridade
de
Antiguidades
quer
destruir
o
seu
negócio.
O
objetivo,
que
ele
não
qualificou,
teria
sido
o
de
dificultar
a
vida
dos
que
negociam
grandes
descobertas
arqueológicas.
Ele
diz
que
sua
inocência
será
provada
na
Justiça.
A
Polícia
indiciou
os
quatro
por
venderem
antiguidades
“criadas”,
muitas
das
quais
“com
grande
valor
científico,
religioso,
sentimental,
político,
criados
para
defraudar”.
Os
falsários,
por
exemplo,
acrescentavam
detalhes,
como
frases,
a
objetos
verdadeiramente
antigos,
o
que
aumentavam
seu
valor.
Eles
conseguiam
cobri-los
com
uma
pintura
que
parecia
ter
milhares
de
anos.
O
trabalho
excepcionalmente
bem
executado.
Especialistas
de
conceito,
e
íntegros,
foram
enganados.
Fonte:
Elnet.