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Israel
voltou a ver cenas de sangue e pavor nesta
terça-feira, dia 31 de agosto. Dois ônibus
explodiram na cidade de Beersheva, na região
sul do país. O atentado foi provocado por
quatro suicidas, dois em cada ônibus, e
sua autoria já foi reivindicada pelo
grupo terrorista Os Batalhões de Izadin
Al-Kasam, braço armado do Hamas em Hebron.
Os
terroristas alegam que as explosões desta
quarta-feira foram represálias aos
assassinatos de seu xeque e mentor Ahmed
Yassin e de seu sucessor, Abdel Aziz
Rantissi, que aconteceram em abril deste
ano, e foram causados por Israel. No
entanto, Ahmed Qorei, primeiro-ministro da
Autoridade Nacional Palestina (ANP),
condenou as ações dos terroristas:
"Exigimos que terminem imediatamente
porque dão a Israel a desculpa para
continuar com seus assassinatos”.
O
primeiro-ministro israelense, Ariel Sharon
disse que continuará "a guerra
contra o terrorismo com a máxima
energia". A última vez que suicidas
provocaram mortes em Israel foi em 14 de
março deste ano. O número de mortos na
explosão dos dois ônibus chega a 15, e o
de feridos a 90, sendo que muitos deles
estão em estado grave. A cidade de
Beersheva, fica no deserto do Neguev.
fonte:
www.elnet.com.br.
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